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Igreja Santos (SP) fortalece a fé com práticas messiânicas

Igreja Santos (SP) fortalece a fé com práticas messiânicas

Data: 06/08/2020
Por: Leda Mondin
Editoria: Notícias

O fortalecimento e a disseminação da fé continuam em ritmo intenso na Igreja Santos, SP, mesmo em tempos de pandemia. Compreendendo o "nó" como etapa de crescimento e evolução, o responsável da Igreja, reverendo Marcos Aurélio Rebello Teixeira, cuidou para que membros e frequentadores intensificassem as práticas, com alegria e confiança.

O encadeamento foi harmônico: o reverendo Marcos passou a reforçar as orientações da Sede Central junto aos ministros dos sete Johrei Center ligados à Igreja. Reuniões on-line, mensagens e telefonemas foram utilizados para manter a sinergia. Aos ministros, coube repercutir a positividade junto aos 70 assistentes de ministros. A partir destes, as diretrizes chegaram aos lares.

"Nós messiânicos temos o papel de levar esperança, principalmente nas situações de enfermidade. Somos os construtores do Paraíso na Terra, e Meishu-Sama conta conosco", disse o reverendo.

O coordenador das unidades religiosas, ministro Alexandre Fontes da Rocha, também responsável pelo Johrei Center Vila Mathias, com mais de cinco mil membros, contribuiu para transmitir alento. "É muito importante encontrar pontos que façam surgir a gratidão em nosso coração. Por mais que a situação seja dura, agradeça, porque tudo fica mais leve e fácil."

Iniciativas

A Igreja rapidamente se organizou para transmitir os Cultos Mensais ao vivo. Também o uso das redes sociais foi intensificado, e nas unidades religiosas os ministros responsáveis se mantiveram presentes, ainda que de forma virtual, para que a ninguém faltasse direção.

Os membros foram compreendendo que o lar era o novo local de dedicação. Tudo deveria ser feito em família: ministrar Johrei, estudar Ensinamentos, assistir aos cultos transmitidos pela Izunome.TV, realizar dedicação de limpeza, praticar donativo de gratidão, consumir alimentos orgânicos e purificar o ambiente com a beleza das flores.

A membro Norma Batista de Oliveira, 75 anos, viúva e residindo sozinha, sentiu-se perplexa e confusa, no início da pandemia. Mas o sentimento logo mudou: "Alicerçada nos sublimes Ensinamentos de Meishu-Sama, escolhi manter a racionalidade, a calma e o controle emocional, adaptando-me à situação". Um telefonema de sua assistente de ministro fortaleceu-a para praticar a fé.

Norma passou a servir, compartilhando pelas redes sociais mensagens de alento e positividade, baseadas nos Ensinamentos. Sentiu-se estimulada a criar uma horta caseira e com amor preparou a terra. Com as flores que já cultivava no jardim, passou a criar ikebanas para enfeitar e purificar o lar.

As transmissões exibindo o Solo Sagrado foram outro diferencial: "Toca meus sentimentos as paisagens, os animais silvestres, toda a harmonia e equilíbrio, que elevam a nossa espiritualidade", afirma Norma. Diante de tanta beleza, a professora aposentada reverencia a grandeza de Deus.

Milagre

Sem poder fazer o que tanto gostava, dedicar nos plantões, Maria de Fátima do Santos Soares, 67 anos, foi firme em seguir as orientações da ministra. Passou a acompanhar as orações pela Izunome.TV e a fortalecer a prática do Johrei no lar, com a família; orientou a filha a também realizar reuniões de Johrei, para que Meishu-Sama abençoasse o lar dela.

"Essa dedicação gerou grande emoção em amigos e familiares, que, tocados pela força do Johrei, despertaram o sentimento de receber o Ohikari", relata Fátima, com gratidão: "A alegria invadiu meu coração ao ver quatro pessoas encaminhadas para receber o Ohikari (Medalha da Luz Divina), entre elas minha netinha, que recebeu o Shoko (medalha de proteção para crianças).

Força jovem

A renovação da fé, com a participação dos jovens, também se fortaleceu na Igreja Santo: de um lado, conduziram ações para arrecadar e doar alimentos; de outro, passaram a realizar reuniões semanais, on-line, para estudar os Escritos Divinos.

No culto dedicado aos jovens, a formação de caravanas virtuais foi o ponto de mobilização. Desafiada a convidar 50 pessoas, a jovem Anna Helena Diegues Cugler Soares, de 27 anos, por timidez, achou que não conseguiria, mas acabou por levar 80 pessoas.

Raphael Rodrigues de Melo Oliveira, 30 anos, assistente da ministra coordenadora de jovens da Igreja Santos, e responsável de jovens no Johrei Center Vila Mathias, mostra-se convicto: "Temos que ser o amigo messiânico na vida do outro, sem protelar, com disposição para servir e sabendo escolher o que plantar, para ter boa colheita no futuro."

Gratidão

Os irmãos Camila, 27 anos, Beatriz e Rafael Oliveira Pereira, gêmeos, 26 anos, vivem em um lar messiânico, conhecem o sabor da fé e viveram nova experiência, com a chegada da pandemia.

As crises de taquicardia da mãe, Rita de Cássia, 60 anos, não amenizavam, nem com o Johrei. Foi necessária a internação, mas logo a atuação de Deus pôde ser sentida.

"Tivemos a permissão de nossa mãe ser atendida por uma enfermeira messiânica, que fazia o possível para que ela pudesse assistir aos cultos e ler os Escritos Divinos." Em casa, mesmo preocupados, os irmãos intensificaram as práticas básicas, com sentimento de entrega da situação a Deus e a Meishu-Sama.

Beatriz, que dedica no grupo Espiritualidade e Saúde, foi orientada pela ministra responsável a praticar o donativo de gratidão, ainda que on-line.

A decisão dos irmãos foi oferecer valor similar aos gastos hospitalares, com profundo sentimento. Na tarde do mesmo dia, chegou a notícia: a mãe estava de alta hospitalar.

"Não existem coincidências, Deus e Meishu-Sama estão no comando de tudo, e temos certeza de que a prática do donativo foi o que salvou a vida da nossa mãe", concluíram.

Evolução

Dezenas de outros relatos e experiências chegam aos ministros. Alicerçada nos sublimes Ensinamentos e nas atitudes de Meishu-Sama, a Igreja Santos segue construindo o Paraíso, e mostrando que a purificação, trazendo a limpeza, promove crescimento e evolução.